



O despreparo da sociedade para conviver e respeitar a necessidade orgânica do doente celíaco, gerando discriminação social.
A inexistência de uma alimentação escolar adequada ao doente celíaco, desencadeando riscos letais às crianças portadoras desta patologia.
• A falta de controle do teor de glúten nos alimentos comercializados no país.
• A falta de fiscalização no setor que comercializa preparações alimentares tais como bares, restaurantes que não apresentam os ingredientes de seus produtos;
• Os Programas de Alimentação do Trabalhador e Restaurantes Universitários que ignoram as necessidades especiais dos seus comensais.
• Setor de hotelaria que ignora a existência de celíacos no Brasil.
• A falta de punibilidade para àqueles que transgridem às atuais legislações sobre o assunto; em especial à Lei Federal Nr 10.674 de maio de 2003.
Com estas considerações, solicitam políticas públicas que respeitem o direito básico do cidadão brasileiro portador desta patologia implementando:
• Capacitação em serviço para os profissionais da saúde referente aos sintomas, diagnóstico e monitoramento da Doença Celíaca-DC, incluindo médicos, nutricionistas, dentistas, enfermeiros e agentes comunitários de saúde
• Campanha nacional de esclarecimento à população em geral a respeito da DC, promovendo a não discriminação, o controle social e a estimulação da busca de diagnóstico dos portadores de sintomas.
